domingo, 17 de junho de 2018

OVNIS SOBREVOANDO BASES MILITARES!!

Um grupo formado por seis oficiais da Força Aérea dos Estados Unidos (USAF, na sigla em inglês) e um pesquisador de objetos voadores não identificados (ovnis) afirmam que extraterrestres têm sobrevoado bases militares de mísseis e desativado bombas nucleares. Segundo o site TG Daily.

O grupo diz que os objetos voadores não identificados têm sobrevoado locais com armas nucleares dos Estados Unidos e da Inglaterra e outras lugares secretos pelo mundo desde 1948 e que possui documentos que comprovam isso.

Em muitos casos, os mísseis apresentaram mal funcionamento ao mesmo tempo que objetos em formato de disco voavam silenciosamente nas proximidades das bases. Outro membro do grupo, Charles Halt, afirma ter visto um objeto voador no formato de disco lançando um feixe de luz em direção à base da Real Força Aérea britânica (RAF, na sigla em inglês) em Bentwaters, na Inglaterra. Após isso, ele ouviu no rádio que a "aeronave" teria pousado em uma área de armazenamento de armas nucleares.

Os ex-oficiais acreditam que os governos dos dois países "abafaram" as notícias, utilizando excelente métodos de desinformação.
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quinta-feira, 14 de junho de 2018

Mais longevo veículo-robô da NASA Opportunity está 'perdido em Marte'

Série de imagens divulgada pela Nasa mostra uma simulação do escurecimento do céu de Marte em meio a uma tempestade de areai como o Opprtunity enfrenta no momento: sem radiação solar, painéis não conseguem recarregar baterias e equipamento entra em modo de economia de energia - NASA/JPL-Caltech/TAMU, veja a imagem abaixo:
Mais longevo veículo-robô da Nasa em Marte, explorando sua superfície há quase 15 anos, o Opportunity não faz contato com a agência espacial americana desde o último domingo, em meio a uma tempestade de areia de proporções globais. Em novas tentativas realizadas nesta quarta, os cientistas da Nasa não obtiveram resposta do equipamento, mas ainda estão otimistas de retomar as comunicações e operações depois que a tempestade passar, não o dando como “perdido”.

Segundo a agência espacial americana, o Opportunity provavelmente entrou em modo de economia de energia, deixando ligado basicamente apenas o relógio da missão, para enfrentar a tempestade. Alimentado por baterias carregadas por painéis solares, o veículo-robô está programado para fazer isso se o nível de energia delas ficar abaixo de 24 volts, com o relógio regularmente religando o computador de bordo para verificar se as baterias foram recarregadas. Mas, diante da quantidade de areia em suspensão na atmosfera em razão da tempestade, que cobre uma área de 35 milhões de quilômetros quadrados, ou cerca de um quarto da superfície do planeta, bloqueando quase totalmente a luz do Sol, é pouco provável que isso aconteça nos próximos dias.

- Nossa equipe tem um laço muito forte com o veículo, uma conexão emocional muito estreita com ele – destacou John Callas, gerente de projeto do Opportunity no Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa (JPL), na Califórnia, em teleconferência com a imprensa realizada pela agência nesta quarta para discutir a situação. - Estamos preocupados com ele, claro, mas também esperançosos de que a tempestade vai clarear e ele vai voltar a se comunicar conosco.

Esta também não é a primeira vez que o Opportunity enfrenta uma situação assim. Em 2007, o Opportunity e seu veículo “irmão”, o Spirit, encararam uma tempestade de areia muito maior, que cobriu praticamente todo o planeta. Então, as operações de ambos equipamentos foram suspensas durante duas semanas, com vários dias sem contato, que acabou retomado após a tempestade passar e suas baterias recarregarem.

O maior temor dos cientistas é com relação ao frio, que pode “estragar” as baterias do Opportunity. No momento, a temperatura na região onde o veículo-robô está, conhecida como Vale da Perseverança, chega a -29 graus Celsius, obrigando o equipamento a realizar um delicado equilíbrio entre economia de energia e uso dos aquecedores que mantêm a temperatura de suas baterias dentro dos limites operacionais. Segundo os engenheiros da Nasa, foram problemas neste processo que levaram à perda do Spirit em situação similar em 2010. Ainda assim, ambos veículos-robôs em muito excederam as previsões originais de funcionamento em Marte, de apenas 90 dias.
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segunda-feira, 11 de junho de 2018

A Sonda New Horizons, da NASA é acordada a mais de um bilhão de quilômetros além de Plutão

A sonda New Horizons, da NASA, começou a se preparar para um sobrevoo histórico: em 31 de dezembro de 2018, ela estudará e fotografará um objeto misterioso chamado Ultima Thule.

Depois de passar por Plutão em julho de 2015, a sonda entrou em modo de hibernação desde o último 21 de dezembro, para preservar recursos.
Na semana passada, no entanto, ela foi acordada pela equipe de operações da missão, do Laboratório de Física Aplicada Johns Hopkins (EUA), conforme o programado.

Agora, está se aproximando de Ultima Thule a uma taxa de mais de 1,2 milhões de quilômetros por dia. Quando ultrapassar o objeto no Ano Novo, a New Horizons deve nos fornecer informações vitais sobre como nosso sistema solar se tornou.

Próximos passos
A sonda está a mais de 6 bilhões de quilômetros de distância da Terra, viajando através da faixa gelada de detritos do sistema solar chamada de Cinturão de Kuiper.

“Nossa equipe já está mergulhada no planejamento e nas simulações de nosso próximo voo em Ultima Thule e está empolgada com o fato de a New Horizons estar de volta a um estado ativo”, disse o principal membro da missão, Alan Stern, do Southwest Research Institute em Boulder (EUA), em um comunicado.

Nos próximos dois meses, a equipe irá testar comandos a bordo da sonda, atualizar sua memória, recuperar dados científicos sobre o Cinturão de Kuiper e completar uma série de verificações de sistemas.

Após essas etapas iniciais, as operações de sobrevoo e observações distantes do Ultima Thule devem se iniciar no final de agosto.

Ilustração artística da passagem de New Horizons por Plutão em julho de 2015

Ultima Thule
Ultima Thule, oficialmente chamado de 2014 MU69, é um objeto transnetuniano localizado no Cinturão de Kuiper.

Seu apelido, de acordo com Stern, vem de uma frase nórdica que significa “além das fronteiras mais distantes”. De fato, se a missão for bem-sucedida, será um recorde: Ultima Thule se tornará o objeto mais longínquo já visitado pela humanidade, embora a New Horizons não seja a sonda espacial que já viajou mais longe – as Voyager 1 e 2 detêm esse título.

Os pesquisadores não têm certeza das dimensões exatas de Ultima Thule. No entanto, a NASA afirmou que ele parece ser uma rocha em forma de amendoim, e os cientistas suspeitam que ele tenha até 32 quilômetros de comprimento e 20 de largura.

Cinturão de Kuiper e os segredos do sistema solar
A New Horizons pode manter seu recorde por décadas, já que nenhuma outra investigação está pronta para fazer uma jornada tão impressionante.

Levou cerca de nove anos de deslocamento a mais de 56.000 km/h para que ela chegasse a Plutão e ao Cinturão de Kuiper, uma região colossal além de Netuno que contém sobras congeladas e dispersas da formação do sistema solar. A zona também pode abrigar um planeta do tipo superterra ainda não descoberto.

“O Cinturão de Kuiper é realmente o equivalente a uma escavação arqueológica na história do nosso sistema solar”, disse Stern à rádio WBUR. “Como é muito distante e a luz do sol é muito fraca lá fora, as temperaturas são muito baixas – quase zero absoluto. Isso promove preservação de um material intocado”.

Mal podemos esperar pelas revelações que a New Horizons deve nos apresentar. [Space, BusinessInsider]
Fonte
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domingo, 10 de junho de 2018

Se o Curiosity está sozinho em Marte, quem tira as fotos dele? (Veja o Vídeo)

© Reprodução Se o Curiosity está sozinho em Marte, quem tira as fotos dele

Talvez você já tenha se perguntado isso. Se o robô Curiosity está sozinho em Marte, quem tira as fotos em que ele aparece? Outro robô não é: a Nasa já enviou quatro rovers para o planeta vermelho, mas o Curiosity e o Opportunity, os únicos que ainda funcionam, ficam bem longe um do outro. 

Quem tira as fotos do Curiosity é ele próprio. Mas como o braço do robô nunca aparece no canto da imagem? A resposta é bem simples – com um truque envolvido. Não vemos o braço robótico pois a imagem que chega até nós é, na verdade, um mosaico de aproximadamente 55 fotos. A câmera vai se movimentando aos poucos para fotografar o rover de vários ângulos diferentes. Depois os pesquisadores combinam as imagens excluindo os trechos em que aparecem os braços robóticos e substituindo por trechos de outros ângulos em que eles não aparecem. Assim eles criam a impressão de que há alguém ao lado do robô.

Você pode repetir a técnica em casa. Imagine que você quer tirar uma foto sua sem que pareça estar segurando a câmera. Uma solução seria fazer um clique com a câmera em cada mão e depois usar o photoshop para combinar os lados das fotos em que eu braço está abaixado para formar uma terceira imagem.

Cada imagem capturada pelo rover tem apenas 2 megapixels, pois a conexão entre Marte e a Terra é bastante lenta. A transmissão de dados entre a Nasa e o robô acontece por meio de dois satélites que orbitam Marte, e suportam no máximo 32 megabytes por dia. E, além das fotos, essa banda também é usada para enviar por leituras dos vários sensores ambientais, resultados de experimentos e ainda relatórios sobre a condição do equipamento.

Não que faça falta. Fotografar Marte não é nenhum desafio, nada por lá se mexe e o próprio equipamento oferece um suporte firme para longas panorâmicas. Colocar uma supercâmera não faria tanta diferença assim.

Veja como a técnica funciona no vídeo abaixo:
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quarta-feira, 23 de maio de 2018

Frota De Seis OVNIs Sobre Las Cabras, Chile em 17 De Maio de 2018 (VÍDEO)

Data do avistamento: 17 de maio de 2018
Local de observação: Las Cabras, Chile Uma testemunha deste evento viu seis ou mais OVNIs caindo do céu. Os OVNIs estão deixando longas trilhas brancas atrás deles, o que nos diz a direção de onde vieram, fora da atmosfera da Terra. Uma frota inteira de embarcações alienígenas entra na nossa atmosfera. Vídeo incrível. Claramente o Chile é um foco de atividade OVNI que precisa de mais atenção. Scott Waring-Taiwan
Fonte
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sexta-feira, 18 de maio de 2018

Astronautas veem objetos estranhos no espaço - "Segredos da NASA"

Os astronautas a bordo da Apollo 12 viveram momentos de tensão desde o lançamento do foguete: a nave foi atingida por dois raios e a tripulação avistou objetos estranhos no espaço.Nasa diz que poderia ser detritos no espaço e nega quanto a objetos voadores não identificados.Assista o vídeo e tire suas conclusões.
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quinta-feira, 17 de maio de 2018

O SECRETO EXPERIMENTO FILADÉLFIA…

ALFRED BIELEK, PH.D. EM FÍSICA PELA HARVARD, CONHECIDO COMO AL BIELEK AFIRMA QUE ESTAVA PRESENTE NO NAVIO USS ELDRIDGE, NO EXPERIMENTO FILADÉLFIA, TAMBÉM TENDO TOMADO PARTE NO PROJETO MONTAUK, O QUAL TERIA FEITO VIAGENS NO TEMPO.

Foi o que ele disse em uma palestra na Conferência da MUFON (Mutual UFO Network) em 1990, além de contar que passou 6 semanas no ano de 2137 e 2 anos no ano de 2749. A maioria dos eventos que ele disse ter vivenciado estão acontecendo agora, no nosso presente.

A matéria abaixo foi transcrita da entrevista dada por Bielek em 1990.
Por volta de 1931, algumas pessoas decidiram que era tempo de fazer alguma coisa para revolucionar a mecânica, e foram todos à Universidade de Chicago. Os três principais envolvidos eram o Dr. Nikola Tesla, o Dr. John Hutchinson, Reitor da Universidade de Chicago, mais tarde chanceler, e o Dr. Kirtenauer, que era um físico austríaco, que tinha vindo da Áustria e estava no corpo docente da Universidade de Chicago.

Em 1933 Roosevelt tornou-se presidente dos Estados Unidos. Ele chamou seu velho amigo Nikola Tesla para ir até Washington, e perguntou-lhe, “Você gostaria de fazer mais algum trabalho para o governo?”, e Tesla disse, “Claro!”. Então Roosevelt disse, “Nós temos um projeto para você”. Ele iria tornar-se o diretor do que seria mais tarde conhecido como o Projeto Filadélfia. E foi assim que Tesla basicamente veio a envolver-se com esse projeto. Ele foi nomeado pelo presidente, até onde podemos determinar agora. Ele foi o primeiro diretor, isto é mostrado em alguns registros, e eles prosseguiram.

Em 1936, houve um primeiro teste de algumas máquinas, e isto teve um sucesso moderado. Esse primeiro teste obteve como resultado uma invisibilidade parcial, o bastante para encorajá-los e mostrar-lhes que estavam no caminho e na trilha certa, e a Marinha ficou muito interessada; este interesse começou no início de 1931, o que fez aparecer algum dinheiro para pesquisa. E em 1936 eles forneceram mais recursos, e o projeto expandiu-se. Bem, as coisas continuaram se expandindo a partir deste ponto, e mais pessoas vieram trabalhar no projeto.
Em 1940 eles conseguiram o seu primeiro sucesso real sob a direção de Tesla, num estaleiro da Marinha, em Brooklyn. Era um pequeno navio, sem ninguém a bordo. O equipamento especial foi colocado no navio. Ele foi energizado a partir de dois navios, um de cada lado, que o supriam de energia através de cabos de força; no caso de alguma coisa sair errada, eles podiam cortar os cabos, e se as coisas ficassem irremediáveis, poderiam afundar o navio. Mas eles não precisavam ficar apreensivos, aquelas eram precauções que a Marinha sempre tomava.

Foi um sucesso completo. O pequeno navio tornou-se invisível. Não havia ninguém a bordo desta vez, porque isto seria feito mais tarde, como parte do teste.

A Marinha estava radiante, eles sentiam isso e liberaram enormes montantes de dinheiro para a pesquisa, e o projeto foi classificado a partir de setembro de 1940, tendo sido denominado “Projeto Rainbow (Projeto Arco-Íris)”.
Para o sucesso do projeto, um dos nomes principais foi com certeza o de Nikola Tesla, que em 1923 afirmou ter contato com seres de outros planetas. Em 1899, Tesla teria conseguido uma comunicação com seres de Marte pela primeira vez.

De onde ele recebeu essa informação não se sabe, mas Tesla alertou: “Nós iremos ter problemas. Iremos ter um problema muito sério. Vocês não poderão gerar a quantidade de energia necessária para fazer um navio enorme desaparecer sem ter efeitos sobre os tripulantes. Eu preciso de mais tempo. Preciso desenvolver contramedidas, para evitar que o pessoal sofra danos”.

A Marinha disse: “Você não pode. Você tem prazo final. Há uma guerra em andamento. Faça isto funcionar. Você pode fixar a data, mas não pode mudá-la”.
No fim do ano de 1942, cerca de 33 voluntários para o USS Eldridge, e se prepararam para o grande momento, após 3 meses de treinamento.

Mas Tesla havia avisado que algo daria errado.

A tão esperada data chegou, no ano de 1943. Al Bielek diz: “Voltamos outra vez para o porto. Todos estavam um pouco inseguros, meu irmão e eu em particular. Então nós fomos para a base, as ordens vieram para abaixar as chaves, para ligar o equipamento”.

Então, houve um relâmpago azul, e o navio desapareceu totalmente. Neste momento, todos entraram em pânico. O navio desapareceu completamente, e eles não sabiam o que tinha acontecido com ele. Cerca de quatro horas mais tarde o navio reapareceu no porto, no mesmo lugar onde ele estava.

Dizem que um navio apareceu em uma Base Naval de Norfolk, na Virgínia, cerca de 600 km de distância, no mesmo momento em que foi realizado o teste.
Quando o navio reapareceu, foi enviado uma lancha para checar, pois os sinais de rádio não funcionavam. E disseram que dois homens estavam fundidos, amalgamados no aço do convés do navio, dois homens embutidos no aço do anteparo, um quinto homem estava com uma mão embutida no aço do anteparo, ele estava vivo. Eles cortaram sua mão fora e lhe deram uma mão artificial. Outras pessoas andando de um lado para outro, completamente malucos, realmente insanos, fora de si. Pessoas apareciam e desapareciam repentinamente. Todos estavam muito desorientados.

Um filme foi lançado em 1984, chamado Experimento Filadélfia, que conta o que aconteceu nesse experimento secreto do governo. Al Bielek conta ter sofrido uma lavagem cerebral e que após assistir esse filme suas memórias voltaram.

Entre outro relatos de Al Bielek temos:

Os americanos   fizeram um pacto com extraterrestres nos anos 40/50, mas preferiram se aliar aos Greys, pois os Pleiadianos exigiam a desativação de todas as armas nucleares do país.
Uma expedição russo-americana conquistou a Lua em 1962. O pouso oficial da Apollo 11 em 1969 é só uma versão pública de fachada.
Marte foi conquistado pelos russos e americanos em 1969. Bielek diz que ele próprio visitou o planeta nos anos 70, usando os túneis espaço-temporais do Montauk. Ele afirma ter descoberto vestígios de uma civilização marciana desaparecida a milhares de anos.
O Projeto Montauk e o Experimento Filadélfia eram monitorados por um consórcio de alienígenas originários dos sistemas estelares de Orion, Sírius e Alfa Centauro. Mas os extraterrestres não eram confiáveis. Bielek acredita que as fendas temporais foram criadas não para ajudar o progresso científico da humanidade, mas sim para permitir a entrada dos discos voadores em nossa dimensão, possibilitando uma invasão.
O vídeo abaixo em inglês, é parte da entrevista cedida por Al Bielek em 1990.
Fonte
Mais um post by: OVNI DAY

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